Morada mais verde


Em agosto, dois eventos ligados ao tema agitaram o mercado: a 5ª Greenbuilding Brasil e a Expo Arquitetura Sustentável, ambas em São Paulo. Além de conferências e atualizações sobre os avanços dos selos e das construções certificadas, produtos para a casa se destacaram

MADEIRA FEITA DE RESTOS Ela não sofre rachaduras nem empenamento Composta de polímeros industriais e fibras vegetais e pigmentada com a lama do minério de ferro, a Ecomadeira pretende substituir o material natural com vantagens: não racha nem solta farpas nem empena, é imune a cupins e dispensa pintura e manutenção. Usada para montar decks, painéis, pergolados e brises, está disponível em seis cores (a da foto é a cinza). Os perfis de 2,98 m têm espessura entre 2,5 e 9 cm e largura de 5 a 30 cm. A versão de 2,5 cm, no padrão cumaru, sai por R$ 173 o m2. Da Ecoblock. PISO ATIVO Vinil promete limpeza fácil e ar puro nos ambientes

Depois de coladas em base nivelada ou contrapiso, as lâminas (0,18 x 1,22 m, com 2 mm de espessura) da linha Castilla entram em ação. Dotado do Floorscore, selo internacional de baixa emissão de compostos orgânicos voláteis, o material vinílico garante a qualidade do ar interno. A proteção Nano Silver (camada à base de íons de prata aplicada ainda na fabricação) inibe a proliferação de bactérias e elimina ácaros. Da Beaulieu do Brasil, o revestimento vem em seis opções e varia de R$ 58 a 72 o m2 (instalado em São Paulo). LEED PARA RESIDÊNCIA Pela primeira vez, selo é concedido a essa categoria

Bastante adotado em edifícios de grande porte, o LEED, conferido pelo Green Building Council (GBC), chegou a um refúgio em São Sebastião, SP. Ele se enquadrou no Referencial GBC Brasil Casa, garantia de que o projeto do arquiteto Luis Paulo Machado de Almeida, executado pela LCP Engenharia & Construções, incorporarecursos sustentáveis. Entre eles, a agilidade do sistema construtivo: os 3,5 mil m2 de paredes foram erguidos em oito meses. "Trata-se de uma solução comum no exterior. A ideia é reiterar sua viabilidade no Brasil. O m2 de alto padrão construído fica em torno de R$ 2,3 mil", diz Lurdes Printes, diretora técnica da LCP. PAREDES DE ISOPOR Especialidade da construtora, a argamassa armada com miolo de poliestireno (EPS) é leve e rápida de montar e viabilizou a construção - sem ela, as fundações seriam gigantescas. Oferece ótimo desempenho termoacústico e não gera gases tóxicos em caso de incêndio. ARQUITETURA DO TOM De 1 830 m2, a planta incorpora diversas aberturas, que promovem a ventilação cruzada e maximizam a iluminação natural. Também traz cobertura verde na laje,placas solares para aquecer a água (são 11 banheiros) e captação da chuva para regar o jardim. BELO VIDRO Discreta, a película de controle solar quase não aparece Com até 80% de transparência e capaz de refletir até 98% dos raios infravermelho (IV) e 99% dos ultravioleta (UV), as películas de controle solar da IQue conseguem evitar até 68% do calor total que entra pelos vidros sem alterar a aparência deles. Assim, janelas, divisórias e coberturas podem ter desempenho térmico muito superior. O material recobre a superfície pronta: na versão 73FG, sai por cerca de R$ 300 o m2 colocado pela Projeto IN, que também se encarrega da avaliação técnica.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/morada-mais-verde-arquitetura-sustentavel-810502.shtml


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