Ar puro


Instituição que incentiva a arquitetura experimental, a Realdania propôs ideia ambiciosa em Nyborg, na Dinamarca: desafiou arquitetos a projetarem moradias com diversas abordagens para reduzir 30% da emissão de gás carbônico. Conheça uma delas, a do escritório Leth & Gori

FACHADA CRUA Os tijolos vermelhos de barro extraído localmente foram assentados em argamassa de cal. Ficam protegidos contra as intempéries pelo telhado de quatro águas, com telhas cerâmicas e beiral de 1m. A residência foi concebida para durar 150 anos sem manutenção.

CLIMA AREJADO

O pé-direito de 7 m na área social exibe painéis de compensado de pínus no forro, que esconde o isolamento de lã de celulose. No lugar de vigas, cabos de aço (50 mm de diâmetro) reforçam a estrutura da cobertura. Portas de correr com vidro duplo exploram luz e ventilação naturais. TOQUE DE CONFORTO

No piso de todos os cômodos, chapas de pínus maciço (3 cm de espessura), tratadas com sabão vegetal (usado nos países nórdicos para proteger a madeira), promovem aconchego. Abaixo delas, uma camada de poliestireno garante isolamento térmico. SUPERFÍCIE CALOROSA

Boa parte das paredes internas ganhou blocos de barro da marca Poroton (de alto desempenho térmico), assentados em argamassa fina (que economiza 80% de água no preparo). Em alguns pontos, divisórias de MDF também acumulam a função de móveis

fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/ar-puro-arquitetura-e-construcao-852064.shtml


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